Agenda da Juventude para a saúde 2030

A Agenda da Juventude para a Saúde 2030 foi desenvolvida pelo CNS em estreita colaboração com a Direção-Geral da Educação (DGE) e com a Federação Nacional das Associações Juvenis (FNAJ) e com a participação de centenas de crianças e jovens.

A promoção do bem-estar físico e psicológico, a educação para a sexualidade, a prevenção do tabagismo e do consumo de álcool, a promoção da alimentação saudável e da atividade física, e a prevenção da violência (incluindo o bullying e cyberbullying) foram os temas mais destacados pelas crianças e pelos jovens que participaram nos vários momentos de consulta.

A auscultação realizada junto dos jovens, através de grupos focais, questionários, debates em meio escolar, e debates públicos através de webinares, revelou ainda as propostas para uma infância, juventude e sociedade futura mais saudável, organizados em quatro níveis: (1) o acesso a informação e formação em saúde promotora de comportamentos saudáveis, (2) a garantia de acesso a cuidados de saúde, (3) o fomento de ambientes saudáveis, e (4) a participação das crianças e jovens na definição e avaliação de intervenções em saúde.

A Agenda será entregue hoje, dia 21 de maio, à Ministra da Saúde e ao Ministro da Educação. O documento será entregue também ao Presidente da Assembleia da República.



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Fluxos Financeiros no Serviço Nacional de Saúde

Este estudo tem como objetivo caracterizar o movimento dos fluxos financeiros dentro do SNS. Como tal, pretende-se desenhar a arquitetura financeira do SNS, identificar as principais fontes de financiamento da despesa do SNS, descrever como são distribuídos os recursos disponíveis, identificar os maiores e menores recetores do financiamento, e saber se os valores orçamentados correspondem à despesa efetiva do SNS.

Capa do relatório sobre fluxos financeiros

Fluxos Financeiros no Serviço Nacional de Saúde 

ISSN: 2184-6960

Ano: 2017



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Gerações Mais Saudáveis - Políticas Públicas de Promoção da Saúde das Crianças e Jovens em Portugal

O relatório Gerações Mais Saudáveis – Políticas Públicas de Promoção da Saúde das Crianças e Jovens em Portugal debruça-se sobre as políticas públicas de proteção e promoção da saúde das crianças e jovens, dos 0 aos 18 anos. Visa identificar políticas já existentes e verificar quais os determinantes da saúde que ainda carecem de algum tipo de abordagem e desenvolvimento e que podem constituir riscos acumulados ao longo da vida. E tece recomendações que permitam orientar linhas de ação estratégica para o desenvolvimento saudável deste grupo etário.

Gerações Mais Saudáveis – Políticas Públicas de Promoção da Saúde das Crianças e Jovens em Portugal

ISSN: 2184-6960

Ano: 2018



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Participação Pública em Saúde - Todas As Vozes Contam

Aceda aqui ao estudo Participação Pública em Saúde – Todas as Vozes Contam [PDF]

Ano: 2020



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Saúde em Portugal - o que se sabe em 2017

O relatório conduz uma meta-análise a estudos ou relatórios, publicados entre 2015 e 2017, sobre o estado de saúde em Portugal, do ponto de vista da mortalidade, da morbilidade e dos determinantes de saúde. Pretendeu-se compreender que informação existe disponível aos decisores políticos e cidadãos e avaliar essa informação em termos de forças, fraquezas, oportunidades e desafios (análise SWOC – Strengths, Weaknesses, Opportunities, Challenges).
Capa do Relatório Saúde em Portugal - o que se sabe em 2017
Relatório sobre a Saúde em Portugal – o que se sabe em 2017 ISSN: 2184-6960 Ano: 2017

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Sem Mais Tempo a Perder: Saúde Mental em Portugal - Um desafio para a próxima década

A saúde mental é uma componente fundamental do bem-estar dos indivíduos, interdependente da saúde física. As perturbações mentais são a principal causa de incapacidade e a terceira causa em termos de carga da doença, sendo responsáveis por cerca de um terço dos anos de vida saudáveis perdidos devido a doenças crónicas não transmissíveis. Contudo, e apesar da sua importância central no bem-estar dos indivíduos e impacto transversal na sociedade, a saúde mental, e em particular a sua promoção, não tem sido considerada uma prioridade a nível das políticas de saúde e das comunidades.

Nas palavras do presidente do Conselho Nacional de Saúde, este relatório pretende “pensar a saúde mental à escala de um país (…): como contributo para um debate comunitário e como inventário, estado da situação. Por isso, descreve a dinâmica quantitativa dos fenómenos de saúde e de doença mental, a sua geografia humana e social, as respostas gerais e algumas respostas originais, os desafios particulares e o impacto observado nas diferentes fases do ciclo de vida. Mas sobretudo entendeu deixar expressa a voz de quem em Portugal vive os problemas pelo lado de dentro, quem de debate mais com o silêncio do que a expressão pública das suas condições”.

Sem Mais Tempo a Perder: Saúde Mental em Portugal – Um desafio para a próxima década

ISSN: 2184-6960

Ano: 2019



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